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Publicada em: 05/11/2015

Enchentes e seus riscos

Em épocas de chuvas torrenciais, é importantíssimo ficar em estado de alerta com relação aos riscos que as inundações podem causar à saúde. Isso porque as águas que transbordam dos rios e bueiros entram em contato com a rede de esgoto e com animais portadores de doenças e seus excrementos (fezes e urina). Portanto, ficam contaminadas e criam oportunidades para a entrada de vírus, bactérias ou vermes pela pele, principalmente se houver feridas. 

 

 

É preciso ficar atento a qualquer sintoma após o contato com a água de alagamentos. A leptospirose, por exemplo, pode levar de um dia até um mês para se manifestar. Os seus sintomas mais comuns são febre, náuseas, dores de cabeça e nos músculos, principalmente na panturrilha.

 

É importante lembrar que assim como a água proveniente da enchente, a lama restante nas ruas e casas pode se tornar um risco para a saúde. Afinal, ela também traz bactérias e dejetos animais, como a urina de rato, transmissora da leptospirose. Para quem não puder evitar o contato com a lama, entulho ou esgoto restantes do alagamento, a dica é que sejam utilizadas botas e luvas emborrachadas, ou até mesmo sacos de plástico para proteger os membros. Em todo caso, se aparecer qualquer sintoma, procure um hospital o quanto antes. Conheça as principais doenças e proteja-se:

 

 

Leptospirose 

É transmitida por meio do contato da pele com água contaminada com urina de rato. Por meio de pequenas lesões na pele, a bactéria entra na corrente sanguínea e instala-se nos chamados músculos longos (como o da batata da perna). Se o tratamento não for imediato, pode atingir pulmões e rins, provocando a morte. Os sintomas são dores de cabeça e muscular, febre alta, calafrios e fraqueza. Esses sintomas surgem, em geral, de 10 a 14 dias depois do contato com a bactéria. Pele amarela significa estágio avançado da doença. Por isso, diante de qualquer sinal, não se automedique e procure um médico imediatamente. 

 

Hepatite A 

Essa doença causa problemas no fígado e é transmitida por meio da ingestão de água contaminada pelo seu vírus. Trata-se de uma doença altamente transmissível, ou seja, passa de uma pessoa para outra por saliva, sangue e contato sexual. Náusea, febre, falta de apetite, fadiga, diarreia e icterícia são os sintomas mais comuns. 

 

Febre Tifoide 

Causada pela bactéria Salmonella typhi, que também pode estar nas águas das enchentes. É uma doença rara, mas mortal. O contágio só ocorre com a ingestão de água ou alimentos contaminados. Sintomas: dor de cabeça, febre que aumenta e diminui, vômito, falta de apetite, diarreia e intestino preso (alternadamente), fraqueza e problemas cardíacos, entre outros. 

 

Salmonela e cólera 

Seus sintomas são diarreia e desidratação; e sua transmissão acontece também através da ingestão de água contaminada. Além delas, micoses e infecções gastrointestinais completam a lista de doenças provocadas pela ingestão de alimentos e água infectadas.

 

 

Dicas de prevenção

 

• Para evitar problemas durante e depois da enchente, tente ter o mínimo de contato possível com a água contaminada e mantenha os alimentos protegidos dela. Beba somente água filtrada ou fervida e nunca reaproveite a da enchente;

• Não permita que crianças nadem ou brinquem nesses locais que podem estar contaminados com a urina de roedores;

• Se você estiver de carro, não avance para locais que estão alagados. Estacione o veículo em um local seguro e espere a chuva diminuir e a água abaixar;

• Se sua casa for atingida, procure ficar nos locais mais altos e seguros, como móveis ou telhado. Evite sair, pois além do contato com a água suja, corre-se o risco de cair em armadilhas como correntezas e bueiros, que podem levar ao afogamento;

• Se a água invadiu a casa, jogue fora os alimentos perecíveis (frutas e legumes);

• Após as águas baixarem, é importante higienizar o local. Lave pisos, paredes e bancadas, desinfetando com produtos à base de cloro. Existem vários produtos disponíveis no comércio. Comece rapidamente a limpeza dos locais atingidos pela água e pela lama, protegendo-se com botas e luvas de borracha para evitar o contato da pele com a água.  Se isto não for possível, sacos plásticos duplos amarrados nas mãos e nos pés podem ajudar.


Equipe Técnica Unicontrol. 

 



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